Minha barca não tem leme.
Anda ao sabor dos ventos que sopram nas regiões mais pprofundas da morte...
Eu sou um grito parado no ar que clama por ajuda, mas ninguem escuta,
Eu venho das noites escuras e frias, ou quem sabe, das frases soltas, sem verso, sem poesia!
terça-feira, 10 de julho de 2007
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